Porque fazemos...

Há pequenos "nadas" que são bastante significativos. Aqui ficam alguns:

Investigamos 

Todas as "coisas" que nos chegam à sala, seja porque as trazemos nós ou o Henrique, são "investigadas" ao pormenor.
Da descoberta das "pequenas coisas", chegamos às grandes coisas. Um feijão que o Vasco trouxe, um violino que a Mariana toca, um Bayblade que o Santiago não quer emprestar, são sempre "motivos" para "investigar".
Às vezes, basta-nos ler uma história para ficar a saber mais, outras, perguntamos a quem já nos falou dessas coisas, e, na maior parte das vezes vamos "ao terreno" para saber mais. E a internet também ajuda...
Mas, no final do processo de investigação, ficamos a saber muito melhor a "causa das coisas"...

Escovamos os dentes

Diariamente, depois do almoço, escovamos os dentes.
Escovar os dentes faz muito bem: primeiro porque nos habituamos a fazê-lo, segundo, porque aprendemos como fazê-lo melhor e terceira, é uma alegria podermos fazê-lo todos juntos: há sempre alguma coisa que alguém nos lembra que não fizemos bem.
As pastas e as escovas guardamo-las em caixas próprias que identificámos com o nome e um símbolo que é só nosso. Assim nunca nos enganamos quando as vamos buscar.
E no final, lavamos tudo muito bem e guardamos... Ah... e já esquecíamos: as caixas têm uma ampulheta que nos ajuda a "controlar" o tempo...

Batidos de Fruta (e não só)...

Todos os dias comemos uma pequena refeição na escola, a meio da manhã.
Às vezes fazemos torradas, outras comemos bolacha e leite escolar, Mas, na maior parte das vezes comemos fruta. E comemos fruta de muitas formas: em puré, descascada, cortada em pedaços, em forma de salada de fruta...
Mas do que gostamos mais é dos batidos. Já fizemos de manga, banana, morango, maçã, pera, diospiro, melão e até de bolacha maria...
(Nós sabemos que a bolacha maria não é fruta... Estamos a brincar. Mas já fizemos batido de bolacha maria...). E às vezes até comemos gelado de fruta, quando congelamos o sumo da laranja...
Mas gostamos muito de fruta, e os nossos pais mandam-nos todos os dias fruta para nós comermos...

Vamos à piscina.

Todas as terças-feiras vamos à piscina da Azueira (apesar de ser perto da nossa escola, vamos de autocarro). E é mesmo bom ir à piscina: primeiro porque aprendemos a nadar e a usar a água da melhor forma, mas depois porque aprendemos muitas coisas que, de outra forma, não aprendíamos tão bem: a vestir, a despir, a pôr a touca, a tomar banho, a calçar os chinelos...
E, claro está, a brincar na água em segurança...
E ir na camioneta também é bom: aprendemos a pôr o cinto de segurança, irmos bem sentados e respeitar o colega.

"Usamos" a aldeia!

Para todas as coisas que precisamos e não temos na escola, "usamos" a aldeia. E não é usar sem respeito e para estragar. É usar de forma a podermos fazer coisas melhores e mais bem feitas...
Às vezes precisamos de pedir alguma coisa, ou fazer uma atividade, ou ir ao jardim público, e nada como pedir aos vizinhos, ou às pessoas da Junta de Freguesia para nos ajudarem. E nunca nos esquecemos de agradecer.
As pessoas gostam de nos ver a passear na rua e, as pessoas mais velhas, gostam de falar connosco. E nós com elas!


Registamos e planificamos as atividades...

Sempre que preparamos ou planificamos o que vamos fazer, com a ajuda do nosso "quadro" (que são as portas do armário da nossa sala e uns marcadores que se limpam com água), escrevemos e "organizamos" o projeto e o que temos de fazer.
Dessa forma, está sempre "presente" os passos, onde "estamos" e o que precsamos fazer a seguir.
Às vezes (como no caso das receitas), também serve para que, depois, possamos copiá-las para o computador. E no final, ilustramos como queremos...
Dá muito jeito ter umas portas dos armários onde podemos escrever e depois limpar. Porque não podemos fazê-lo nas paredes e as paredes disponíveis são poucas...


Quando Saímos

Quando saímos, temos regras muito definidas. São só 5: 1. não dar as mãos (porque, se cair um, caem todos); 2. fazer pouco barulho (porque o Henrique ou a Ana podem ter de nos avisar de qualquer perigo, e se fizermos muito barulho, podemos não ouvir); 3. ir sempre pelo passeio e atravessar nas passadeiras (se não houver passeio, vamos juntinho à parede e nas passadeiras olhamos com muita atenção e não atravessamos a correr...); 4. usar sempre o chapéu (por causa do sol e para nos identificarmos melhor) e 5. se não cumprirmos as regras... voltamos para trás.
E, sempre que saímos, é uma alegria. Ajudamo-nos, vamos juntos e as pessoas até vêm à rua cumprimentar-nos. E é bom sair... Ou melhor: saímos muuuitas vezes!

Todas as sexta, no Polidesportivo!

Todas as sextas-feiras de manhã, começamos o dia no polidesportivo da escola, que tem muitos equipamentos, jogos e materiais.
Os nosso pais sabem que, nesse dia, vimos para a escola "equipados" a rigor, com fato de treino (as sapatilhas estão nos nosso cacifos!), muita vontade e com o pequeno-almoço tomado em casa...
O Henrique e a Sofia também vestem o fato de treino porque praticar exercício físico é uma coisa séria!
No polidesportivo fazemos muitos jogos e brincadeiras: fazemos gincanas de exercícios (e saltamos do plinto!), cambalhotas e escalamos paredes... (pelos estrados, claro!)
Mas o que gostamos mais é o jogo do "Assalto à Bandeira"!


O Peter e a Conchita costumam contar-nos histórias

O Peter e a Conchita são dois fantoches de dedos que, pelo menos uma vez por semana, alternadamente, vêm até à nossa sala para nos contar histórias. O Peter é inglês e só conta histórias nessa língua, e a Conchita vem de Madrid e fala em Espanhol. O Henrique traduz as histórias, mas, dessa forma, vamos aprendendo algumas palavras e expressões. Já sabemos, por exemplo, que "How are you?" quer dizer: "como estão?"

Escrever no computador.

Temos um computador na nossa sala. É muito mais fácil "copiar" os textos que descrevem as nossas atividades para o blogue. E agora até o fazemos com mais frequência. Não temos de subir as escada e ir à sala dos computadores. Quando copiamos o registo que fazemos das nossas atividades, há sempre alguém que quer ir passar a história no computador, e é sempre bom jogar à "caça às letras no teclado". Às vezes o Henrique ajuda e diz-nos o nome das letras, mas, na maior parte das vezes, descobrimos sozinhos...
E aprendemos a escrever, a utilizar o computador e ainda nos divertimos.
Não é tão bom?
 


Marcar Presenças
Todos os dias fazemos a "chamada" e marcamos as presenças numa folha de papel. Depois de marcar quem está e quem não está, contamos as marcas e depois confirmamos, contando os colegas.
Uma cruz para quem não está. Um ponto para quem diz "estou cá". Para ouvir quem está é necessário estar em silêncio. E nós respeitamos o silêncio. A ordem de contagem é a da lista de presenças.
E todos nós já contamos bem...